Sair de uma franquia não é a mesma coisa que fechar as portas.

Sua unidade tem contrato em vigor, prazo corrente e uma franqueadora que precisa aprovar quem entra no seu lugar. O repasse existe para você sair pela porta da frente e ainda receber por isso.

  • 1Contrato analisado antes de anunciar, para você saber o que a saída realmente custa.
  • 2Candidato qualificado dentro do perfil que a franqueadora costuma aprovar.
  • 3Sigilo na divulgação, sem expor a marca nem alarmar equipe e clientes.
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Ao enviar, você autoriza o contato da RD Expansão sobre o repasse da sua unidade.

Por que o repasse tem regra própria

Na sua unidade, três partes precisam concordar: você, o comprador e a franqueadora.

Quem vende um negócio próprio negocia com uma pessoa. Quem repassa uma franquia negocia com uma pessoa e depois passa por uma aprovação que não controla. Ignorar isso é o que trava a maioria das transferências.

Anuência da franqueadora

A transferência só se concretiza com aprovação formal. O candidato passa por análise de perfil, de capital e, em muitas redes, por entrevista e treinamento antes da assinatura.

Prazo que ainda corre

O tempo restante de contrato pesa no preço. Poucos meses pela frente colocam renovação na mesa do comprador, e isso muda a conversa antes mesmo de falar em valor.

Taxa de transferência

Boa parte das redes cobra um percentual ou um valor fixo para autorizar a troca de titularidade. Descobrir isso no fim da negociação costuma custar caro.

Contrato de locação

Em shopping, o empreendedor também precisa aceitar o novo operador. Fiança, garantias e eventual taxa de cessão entram na conta do repasse.

Multa por rescisão

Encerrar antes do prazo costuma acionar cláusula de multa. Em muitos casos, repassar a unidade sai mais barato do que simplesmente devolver a operação.

Exclusividade de território

A área de atuação pertence ao contrato, não ao ponto. É justamente isso que faz um interessado pagar por uma unidade em operação em vez de abrir uma nova.

A conta que quase ninguém faz

Devolver a operação custa. Repassar pode pagar.

Antes de decidir que a saída é fechar, vale colocar os dois caminhos lado a lado.

Encerrando a unidade

  • ✕Multa contratual pelo prazo não cumprido
  • ✕Rescisão de locação, com aviso e possível multa
  • ✕Verbas trabalhistas da equipe inteira de uma vez
  • ✕Obra de desmobilização e devolução do imóvel
  • ✕Estoque e equipamento vendidos a preço de liquidação
  • ✕Investimento inicial, reforma e ponto: nada volta

Repassando a unidade

  • ✓Entrada de dinheiro em vez de saída
  • ✓Contratos assumidos pelo novo franqueado
  • ✓Equipe preservada, sem passivo concentrado
  • ✓Estoque e ativos avaliados dentro da negociação
  • ✓Relação com a franqueadora encerrada em bons termos
  • ✓Saída organizada, com data definida e sem improviso
Como conduzimos

Do contrato na mesa até a assinatura da transferência.

Cada etapa existe para resolver um ponto que costuma derrubar repasse já negociado.

01

Leitura do contrato e do cenário

Prazo restante, cláusula de transferência, taxa cobrada pela rede, situação da locação e eventuais pendências. É daqui que sai o que a sua saída realmente envolve.

02

Definição da faixa de preço

Resultado da unidade, ativos instalados, estoque, tempo de contrato e maturidade do ponto. O objetivo é chegar a um número que você consiga sustentar diante de um interessado sério.

03

Divulgação sem expor a marca

O anúncio descreve segmento, porte e região sem identificar a unidade. Equipe, clientes e concorrência seguem sem saber, e a franqueadora não é surpreendida.

04

Filtro dos interessados

Antes de qualquer informação sensível, confidencialidade assinada. Depois, checagem de capacidade de investimento e de aderência ao perfil que a rede aprova.

05

Encaminhamento à franqueadora

Candidato alinhado, você apresenta a proposta de transferência à rede e acompanha a análise, já sabendo quais documentos e prazos serão pedidos.

06

Fechamento e passagem de bastão

Condições, sinal, cronograma de pagamento, inventário de ativos e data de virada. Ninguém assume a operação no escuro e você sai com tudo formalizado.

Situações que atendemos

Seu caso provavelmente já passou por aqui.

Repasse raramente acontece em cenário perfeito. Quase sempre tem prazo curto, sócio em desacordo ou resultado abaixo do esperado no meio do caminho.

Falar sobre a minha situação

A unidade dá lucro, mas você quer sair

Mudança de cidade, outro projeto, cansaço da operação. Aqui o repasse tende a ser mais rápido, porque o resultado sustenta o preço pedido.

A unidade está no vermelho

Existe valor mesmo assim: ponto, obra, equipamento, contrato e território. O que muda é a estrutura da negociação e o tipo de comprador que faz sentido procurar.

Falta pouco tempo de contrato

O caminho passa por acertar a renovação antes de anunciar, para que o comprador enxergue horizonte e não um prazo prestes a vencer.

Sociedade desalinhada

Um sócio quer sair e o outro quer continuar. Dá para repassar a unidade inteira ou negociar apenas a participação, e são processos bem diferentes.

Mais de uma unidade da mesma rede

Multifranqueado que quer reduzir operação pode repassar o conjunto ou apenas as praças que pesam na rotina, com ordem definida para não derrubar o preço.

O que vamos precisar em mãos

A papelada que faz o repasse andar.

Não precisa estar tudo pronto para começar a conversa. Reunir esses itens acelera a análise e evita retrabalho na reta final.

Contrato de franquia e aditivos Contrato de locação vigente Últimos 12 meses de faturamento Demonstrativo de resultado Relação de equipamentos e benfeitorias Posição de estoque Quadro de funcionários Pendências com a franqueadora Certidões da empresa
Dúvidas frequentes

Perguntas que todo franqueado faz antes de começar.

Se a sua não estiver aqui, mande no formulário que respondemos direto.

Depende do que o seu contrato determina. Alguns contratos exigem comunicação prévia, outros só a aprovação do candidato na hora da transferência. Por isso a leitura do contrato vem antes de qualquer divulgação, e a divulgação é feita sem identificar a unidade.

Pode, e é comum. Cada rede tem critérios de perfil, capital disponível e disponibilidade para treinamento. Trabalhar esses critérios durante a qualificação reduz muito a chance de um candidato ser barrado depois de tudo combinado.

Varia com marca, praça, preço e prazo de contrato. O que costuma alongar não é a falta de interessado, e sim documentação atrasada, preço fora da realidade e a análise da rede. Organizar esses três pontos no começo é o que encurta o processo.

Sim. Nesses casos o comprador olha para ponto, estrutura montada, contrato e território, não para o resultado atual. A negociação muda de formato, e o comparativo com o custo de encerrar costuma pesar a favor do repasse.

Pela combinação de resultado, ativos instalados, estoque, tempo de contrato restante e a força do ponto. O que sustenta o preço na mesa é conseguir mostrar de onde cada parte do número veio.

A divulgação é feita sem citar marca, endereço ou qualquer detalhe que identifique a operação. Informação específica só chega a interessado que já assinou confidencialidade e passou pela qualificação.

Também é possível. Em vez da transferência total, negocia-se a participação societária, o que envolve documentos diferentes e igualmente passa pela análise da franqueadora.

Comece pela informação que você já tem: o seu contrato.

Conte o cenário da sua unidade e receba uma leitura do que a saída envolve, antes de tomar qualquer decisão.

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